1. Reblogged from: camilabarbieb
  2. Pobre Pierrot apaixonado que continua a chorar pelo amor de Colombina.
  3. Sim, são 3h da manhã de um sábado e eu estou escrevendo.

    Era pra eu ter escrito este texto semana passada, mas como estou meio sem tempo para tudo, só agora consegui.

    Todos estão cientes da treta das fotos da JLaw que caíram na net certo? Não só dela aliás, de muitas outras e isto não é de hoje. Muitas pessoas ignorantes condenam e culpam as mulheres por tirarem fotos assim, argumentando que elas devem se dar o respeito.

    Muitas mulheres tiram esse tipo de foto. É tão normal. Não entendo toda essa ignorância. Ela só quer ver seu corpo de outra maneira e muitas vezes envia estas fotos para namorado e afins, no intuito de se sentir mais bonita e aumentar a auto estima. O problema está em quem compartilha estas fotos com outras pessoas. A mulher apenas confiou na pessoa errada.

    Pense na seguinte situação: você gosta e confia em uma pessoa e acaba contando vários segredos seus para ela. Em um dado momento da vida, ela resolve sacanear contigo, contando estes segredos para alguém. E este alguém conta para um outro alguém, e assim por diante. O mesmo ocorre no caso destas fotos vazadas. A vítima apenas confiou na pessoa errada!

    Eu sei que o caso da JLaw não foi bem assim, mas toda essa situação foi uma ótima desculpa para eu escrever este texto.

    Portanto, pessoas ignorantes, não condenem as mulheres por tirarem este tipo de foto. É mais normal do que vocês imaginam.

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    Edmar Costa

  4. Ela é assim mesmo: em algum momento quando estiver com você, ela se desligará de tudo e se isolará na própria cabeça, cantará e sorrirá sem motivo. E isso é encantador!
    Edmar Costa
  5. Passados alguns meses de seu último assassinato, ela não conseguia parar de pensar onde podia ter errado. As mesmas teorias vieram atormenta-la novamente.

    Liz era uma mulher atraente. Alta, morena com tudo no lugar. Típica mulher brasileira.

    Por se sentir sozinha resolvera entrar em sites de relacionamento para tentar achar alguém que lhe interessasse. Depois de várias tentativas frustradas finalmente conseguira encontrar alguém: Antônio. Segundo seu perfil no site tinha 28 anos e era empresário no ramo agropecuário. O cara parecia valer a pena então Liz decidira marcar um encontro para o próximo final de semana.

    Quando se encontraram ele não parecer ter 28 anos, aparentava ter no mínimo 45 anos. Como todo site de relacionamento, sempre há mentiras.

    Liz ficou furiosa com a situação. Em seu primeiro interesse social acontece isso. O homem tentou acalma-la, faze-la entender toda aquela situação. Mas nada se resolveu. Ela deu as costas à ele e foi embora sozinha.

    Passou uma semana e Liz voltou a pensar naquela situação que tinha passado. Se deu conta do ódio que estava sentido naquele momento – nada comparado aos abusos do padrasto é claro. Pensou talvez que o problema fossem os próprios homens e tomou uma decisão importante: reencontrar Antônio e desfrutar de sua morte.

    Tomara esse decisão para tirar de uma vez por todas a dúvida que à assombrava. Será que a morte de Carlos não fora tão desfrutada porque ela não odiava tanto aquele homem?

    Ligou para Antônio e marcaram para se encontrar numa quarta-feira em um bar no centro da cidade.

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    Edmar Costa

  6. Atualmente estou com 19 anos. Com 18 resolvi sair do aconchego de minha amada casa e me mudar para a cidade onde eu estudo e arrumar um emprego. Na verdade comecei a trabalhar quando ainda estava na minha antiga casa. Saia muito cedo, trabalhava o dia inteiro e anoite ia pra faculdade direto. Sem banho ou algo do tipo. Na minha mochila tinha poucas coisas: material da faculdade, uma camisa para trocar após o expediente, perfume e um pacote de bolacha. Sem contar lógico que carteira para no caso de acontecer alguma coisa reconhecerem meu corpo.

    Fiquei pouco mais de um mês tendo essa rotina. Até que percebi que não tinha motivos pra continuar em casa sendo que trabalhava e estudava em outra cidade.

    Foi então que me mudei. Me vi sozinho numa cidade que conhecia tão pouco, sozinho mesmo estando há uma hora da minha cidade natal. Sozinho com poucos amigos para me estenderem a mão se preciso.

    Um certo dia, estava indo para o trabalho. No céu um tempo muito feio, daqueles que você não deseja ver numa manhã sonolenta de segunda-feira. Mas era preciso encarar tudo aquilo. Me veio o seguinte pensamento: “caralho, eu tô sozinho aqui. Pode ser que chova pra cacete e não vou poder chamar meu pai pra me buscar. Eu terei que dar meu jeito pra ir embora, há tempo de não se atrasar para a faculdade”. Eu tive que me virar. Muitas vezes aconteceu de não ter guarda-chuva e precisei vir molhado embora, sujando a camisa branca do trabalho de barro, tremendo de frio. Mas cara, isso foi tudo que eu sempre quis. Desde os meus 16 anos eu desejei sair da minha zona de conforto e encarar tudo isso de frente. Da melhor maneira possível.

    E hoje, estou aqui, morando sozinho com um trabalho que sempre sonhei e não troco por nada nesse mundo. A não ser um caminhão de ouro é claro.

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    Edmar Costa

  7. Eu a amo pois ela me diz: quando ouço Los Hermanos ou Cícero me lembro de você e isso me dá paz, tranquilidade.
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Eu disse...